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Meu perfil BRASIL, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Música, livros |
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Tenho ainda a vontade de sair pela porta sem rumo e me perder pelo mundo, mas há tanta coisa que me prende, coisas que somente eu posso entender. Acho que em certa idade, já deveria haver o dicernimento do que é bom e do que é ruim. Infelizmente, alguém anda por ai com a metade do meu coração sem dar valor pra isso.
Não adiantar tentar explicar o que sinto, é algo meu, particular. Agora tenho histórias, das quais, apenas algumas posso contar e outras não, porque ainda machucam.
Ainda me incomoda o jeito que conversam comigo, como se eu fosse uma ignóbil.
Sentimentos ruins ás vezes servem para ensinar certas lições mais profundamente. Aprende-se mais pelo mal do que pelo bem em certas ocasiões em que o coração se nega a aceitar o que a mente já sabe. Sentimentos "agridoces" são dispensáveis, no momento quero apenas a luz e sair dessa caverna em que me jogaram sem piedade.
Por que fico acordada até essa hora?
É hora de descansar e deixar de lado o que me aflige. Afinal o problema é só meu...
Dezembro, finalmente! Falta pouco tempo pra esse ano difícil acabar.
Pastei muito, fui chutada, cuspida e humilhada, mas isso foi consequência de algums merdas que fiz. O interessante é que agora me sinto meio anestesiada. Ainda há a velha preocupação de antigamente, a mania de ver as coisas pelo lado mais complicado e o costume de fazer drama por tudo, de sentir a injustiça em tudo o que acontece.
Tenho vivido repetidas mudanças, mas não estou cansada. Não tenho mais motivos para me importar com qualquer coisa que aconteça. Se por certos caprichos de uma pessoa sou atirada novamente a via crucis das agências de emprego, formulários, redações, questionários, bolhas, bolsas, roupa social e sapatos de salto, não vou me entregar a uma nova crise existêncial, é tempo de reinventar-me.