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Não copio nenhuma imagem para postar aqui, mas achei essa imagem nesse blog perfeita para a ocasião.
É um absurdo o que o "artista" (crápula) Guillermo Vargas Habacuc fez numa certa exposição de arte.
Ele deixou um cão doente de rua lá para morrer de fome enquanto ninguém fazia nada. Segundo ele, as pessoas não se importam mesmo com esses animais, costumam passar por eles na rua nem se importam em ajudar.
Particularmente discordo disso, pois adotei um animal de rua, muito doente e fraco. A Bela agora é uma cadelinha muito saudável e feliz, tem apenas um probleminha nos ouvidos por causa de uma infecção que pegou nas ruas e precisa de cuidados especiais.
O pior é que ele foi escolhido para representar Porto Rico, na Bienal Centroamericana Honduras 2008, inclusive parece que vai receber um prêmio por sua obra.
Assinem o abaixo assinado para impedir:
http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html
Andando de ônibus, vemos cada situação. Quero comentar uma vi outro dia...
Acontecem coisas que não ensinam nada. Pela ilusão de estar "bem", mágoas e ressentimentos são deixados de lado. Até mesmo a identidade e o amor próprio.
Certas pessoas não sabem aproveitar a oportunidade que têm de fazer algo ser resolvido, é melhor continuar a olhar para dentro e não perceber o auto-sacrificio do outro: o simples fato de estar ali ao lado.
Seria mesmo muito prático poder apagar da mente determinadas pessoas e tudo relacionado a elas.
A paixão cega e faz com que tudo fique distorcido, não há escapatória, a direção é sempre pra baixo.
O que se espera do outro sempre trará grande decepção. Esse outro pensa somente em si, não tem consideração e não é humano muitas vezes, justo para aquele que espera só um pouco de atenção.
Só interessa que aquela outra mulher é bonita, a que está ao lado perde constantemente a atenção. Naturalmente se sentirá desvalorizada e sua personalidade abalada. A ele importa o fato dela ter abandonado suas convicções, sua moral e ter se entregado completamente? O que faz com que ela dê tanta importância pra alguém que não a respeita? Ela sinceramente já não se importa mais se ele olhar para outras, a essa altura aprendeu que isso não mudará, ela nunca será boa o bastante para ter total atenção dele, mas quem sabe de outro.
Não há nada mesmo, somente essa parte mais fraca vai se abalar, vai se isolar e adoecer. Muitas pessoas irão aproveitar para pisar nela, é nesse momento de fraqueza que o ser humano é muito cruel. Dificilmente irá pisar em alguém que esteja de pé.
Quando não se sente como "alguém" só como "alguma coisa" qualquer palavra estranha, olhar atravessado, dias chuvosos, filmes e músicas tristes, deixa uma atmosfera pesada e negra ao redor.
Noite após noite sem dormir, dia após dia sem comer, o que fazer a não ser acordar?
Cansada de si, resolve reagir para não abandonar-se de vez, como tantos já fizeram. O problema são as recaídas, as chances que dá para o outro provar que é humano. Por que procurar humanidade num monstro?