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Meu perfil BRASIL, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, Arte e cultura, Cinema e vídeo, Música, livros |
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Depois de dias intensos na faculdade e de noites em claro para terminar os trabalhos, não consigo adormecer.
Sempre fui mais noturna, durante o dia não consigo me concentrar e por conseqüência meu raciocínio fica lento demais. Meus pais sempre tiveram problemas comigo nesse sentido, pois desde que nasci era a última a dormir. Davam-me chás de todos os tipos que só me faziam acordar várias vezes para ir mijar.
Café nunca atrapalhou meu sono. Dizem que a cafeína desperta, mas nunca fez a menor diferença pra mim. Talvez por estar acostumada a tomar desde de muito cedo. Meu presente de doze anos foi uma cafeteira elétrica. É uma das poucas coisas que são minhas em casa. Tenho um criado-mudo, algumas roupas, livros, cd's, dvd's e um notebook.
No porão há um velho fogão cujo acendedor automático não funciona.
Acho que já dá pra morar sozinha se conseguir uma geladeira. Claro queo mais importante é um emprego que pague melhor para poder manter meus estudos e casa, além de passeios e baladas. Nem sei mais o que isso, há tempos não saio, a não ser para cumprir as atividades extras da universidade.
Mudando de assunto...
Hoje me sinto triste porque meus conselhos não adiantaram para uma certa pessoa. Parece que estou revendo um filme muito dramático cuja atriaz principal, disfarçada de coadjuvante era eu.
Qual o real gosto do pecado? É o doce ou o amargo que encanta?
A inconseqüência para alguem tão correto parece um clichê. Todo mundo desconfia de pessoas demasiadamente “certinhas”.
Não há como saber o que se passa nas mentes dos outros e nem adivinhar suas vontades. As escolhas que cada um pode fazer não podem ter seus resultados simulados. Como adivinhar a conseqüência de algo irreversível?
Por isso se deve escolher bem o lugar certo onde repousar os pés a cada passo. O terreno pode não ser firme o bastante ou mesmo ser feito de nuvens.
Depois de sentir o gostinho. (escrita hoje por Sophia d'Arc)
Hoje sei quem sou.
Tenho consciência.
Tenho cuidados comigo e com o próximo.
Eu era viciada em dor.
Eu amava meu seqüestrador.
Quando converso com velhas amigas
Percebo que retornei daquela viagem confusa
Minha alma aceita meu corpo
Novamente posso me dominar
Sinto-me uma velha experiente
Já dou conselhos
Não vivo mais no passado
E prefiro muito mais ficar em casa
Do que ir pra balada
Casei com o Jornalismo
Flerto com a Fotografia
Traio ambos com a Informática
E faço orgias com o Violão